Dormindo um sono tranquilo,
Alheio à miséria e à fome.;
Por que caminho irá conduzi-lo
Aquela mulher sem nome?
Será que já foi feliz
O menino ao relento?
Que agora vive por um triz,
Enfermo, apático, macilento…
A mãe que o segura ao colo
Resiste, apanha da vida,
À espera do sagrado óbolo
Com a sofrida mão estendida.
Laura Guerra
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