Tímida reflexão de um minuto
Pensando na vida deparei com a imortalidade.
Pensando na vida deparei com a busca da felicidade.
Tímida reflexão de um minuto.
Feliz mortal ou imortal infeliz?
Transição e complexidade – desamarras da espiritualidade.
Comunicação que garante conforto – reencontro... não aqui, mas lá!Porque lá?
Quando é permitido acontece aqui! Aqui? Mas não era só lá?
Tímida reflexão de um minuto – adeus!
Ou melhor – até breve?
Evolução do sentimento.
As ligações e intenções não se libertam só pelo conhecimento,
principalmente quando a fé e a crença são menores que a dor.
Dor que dilacera e nos hipotetizam.
Há afinidade e sintonia para os que habitaram o mesmo sobre nome.
A psicografia contava o segredo confidencial.
E agora como duvidar?
Pensando na vida deparei com a imortalidade.
Pensando na vida deparei com a busca da felicidade.
A tímida reflexão de um minuto ficou cara a cara com um bem estar – seria alegria infinita?
Mas aqui? Não seria só lá? Lá onde?
No fim da vida? No pós morte?
Ãh!
Lá na plenitude! Onde ser velho em plena juventude, é amadurecer.
Pensando na vida deparei com a necessidade da educação
Pensando na vida deparei com a filosofia
Pensando na vida deparei com o entendimento vindo ao longo das décadas
Pensando na vida deparei com a busca dos Gregos, dos Helênicos, dos Romanos.
Pensando na vida transitei pela idade média, pelo renascimento, pela idade moderna e vim para aqui na contemporânea.
Pensando na vida discuti com Platão, Sócrates, São Tomás de Aquino, Francis Bacon, Friedrich Nietzsche, Georg Wilhelm Friedrich Hegel, Karl Max, Michel Foucault, Eduardo Abranches Soveral e nesse semestre que já ronda minha vida universitária discutirei com o Renato Nunes Bittencourt o que é identidade.
Pensando na vida deparei com a imortalidade
Pensando na vida deparei com a busca da felicidade.
A tímida reflexão de um minuto, já foi, mas parece que durará a eternidade.
Marcelo Zaly
07/02/2013
O objetivo é divulgar produção de textos em que a língua, com toda sua polissemia, possa exercer a criatividade necessária à poesia. Participantes: todos os ex-alunos da Faculdade CCAA que quiserem compartilhar esse espaço.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
CARGA EMOCIONAL
CARGA EMOCIONAL
Pautar, pesquisar, apurar.
Perseguir, envolver, separar emoções.
Ora me entrego, ora sou pego desprevenido.
O coração acelera diante do que os olhos presenciam.
As pernas me levam a correr.
Mantenho me focado, solicito um ajuste da câmera que eterniza o fato.
Relembro os ensinamentos universitários e dos mestres.
Vivo a realidade fora das salas – Me restituo.
A cena varia: ora é alegre, ora triste.
Ora facilita a reportagem, ora destaca a bondade – ora aflige.
Tragédias, vitórias, conquistas, fenômenos da natureza, lugares que me exige.
Culturas novas em velhos continentes
Culturas velhas de civilizações populares para nossa gente.
Registro, decupo, escrevo as primeiras linhas do texto.
Produzo tudo com o máximo de oito linhas para re afirmar os ensinamentos.
O lide reduzido traz harmonia e as linhas balbuciam o cenário para contentamento.
A passagem foi um problema no início.
Os títulos nascem das emoções existentes em cada apuração.
A ética extingue os medíocres – o canalhocrata vil que desfigura a profissão tem sorte.
O Ethos é o alicerce do meu ser – quiçá da humanidade!
O maior quesito como princípio é relatar sempre a verdade.
Aspar após dois pontos somente algo realmente importante.
Finalizar os contextos dessa vida de correria com maestria é o nosso vício.
O novo jornalismo é feito por poetas dos fatos – Fatos, alimento nosso de cada dia!
Produtor, Editor, Diretor, Redator
Perseguidor, Informante, Fontes, Investigador
Assessor, Escritor, Operador de mesa, Radialista
Fotógrafo, Câmera man, Apresentador ou Jornalista.
Não importa a posição em campo, o Furo de reportagem é o nosso diamante.
Os meios midiáticos é o nosso esporte mundial.
No ar, na terra, no mar somos insasiantes.
Verdadeiros amantes repletos de carga emocional.
Pré- produção, produção, entrevistas
Internet, jornais, televisão e revistas.
Microfones, papel e lápis, blocos,
Celulares, câmeras, púlpito e gravador.
Ser breve com a informação.
Ter conteúdo claro e explicativo a população.
Ser inovador!
Ter maior agilidade, não importa nossa idade.
Sufismo, Budismo, Catolicismo,
Negros, Brancos, Ricos, Pobres
Espiritismo, Espiritualismo, Política!
Os políticos são o antônimo do jornalismo
Jornalistas procuram as verdades, os políticos usam o sofismo.
Generalizar não é o nosso barato, o mergulho é mais profundo!
O jeitinho brasileiro virou coisa de ratos: “nossas idéias não correspondem aos fatos/ Brasil, quem é que paga pra gente ficar assim?” Porque o tempo, esse não para!
É possível relatar sem brigar?
É possível extinguir toda forma de intolerância?
É preciso morrer para se obter?
É preciso lutar! Mas não com fardas tatuadas pela violência.
“Autoridades incompetentes acham que somos fantoches”
O poder cria monstros.
O jornalismo delata as monstruosidades advindas da ganância.
A carga emocional eriça os pelos da barba rala que não tive tempo de fazer.
“Esse é o nosso mundo O que é demais nunca é o bastante E a primeira vez É sempre a última chance Ninguém vê onde chegamos Os assassinos estão livres Nós não estamos”... “Ninguém consegue perceber”...
- Perceber que repórter que é repórter tem o trabalho intrínseco na alma!
Alma inundada de poesia literária, contada, apurada, redigida em pequenas linhas –
técnicas da escrita jornalística – e verdadeiramente repleta de histórias para serem transcritas.
“Quando me vi tendo de viver comigo apenas e com o mundo...” descobri que não importa o cenário!
Faça chuva ou faça sol, eu preciso dessa adrenalina que vem como um sonho bom e liberta a carga emocional natural dos amantes da profissão.
Nós, os jornalistas!
Marcelo Zaly
07/02/2013
Assinar:
Comentários (Atom)