sexta-feira, 5 de novembro de 2010

AJUDA DIVINA

Acordo pela manhã. Levanto-me da cama após brigar com o despertador umas três vezes. Abro a janela, pois apesar do frio imagino que o dia lá fora esteja lindo. Ops! Doce engano. O céu está cinza e não vejo nem mesmo um raio de sol. Já vi que meu dia será ruim, porque já começou mal. Não tenho nem o brilho do “astro maior”.
Chego ao Metro. Meu Deus! A fila para comprar o ticket está enorme. Realmente hoje é meu dia. Quando penso que estava ruim, vejo que a situação ainda iria piorar. Descendo a escada da estação que me deixará na plataforma, me deparo com um imenso formigueiro. Muitas pessoas com os rostos amassados e inchados. Ainda bem que eu não sou o único.
O metro chega a plataforma. As portas se abrem. Pessoas se empurram. Tenho que me equilibrar para não ser pisoteado pelos demais. Pensei mais uma vez: “eu sabia que hoje seria um mal dia!” – Me perguntando o que estava fazendo ali, já que tive uma visão ou um aviso prévio do que seria meu dia.
Ufa! Cheguei ao trabalho, meu sofrimento agora acabou. Hey! – gritou meu chefe – você está atrasado! É... esquece o que eu falei, meu sofrimento continua. Pior, ele aumenta, pois além da bronca ganhei também uma pilha de papéis para despachar. Ruim o meu dia? Que nada... ele está um “inferno”!
Meu tempo no trabalho não poderá ser narrado. Sabe como é, né? Se contar a minha tarefa posso perder meu emprego. Digamos que isto é segredo de profissão.
O trabalho acabou. O metro entupido chegou. Fui exprimido na “latinha rodante” até a minha estação. Ah! Lar doce lar! Cheguei em casa, que momento mágico. Hora de refletir como foi o meu dia.
Após um período de reflexão me dou conta que o meu dia foi maravilhoso. Ué, maravilhoso? Sim. Porque vejo que apesar das circunstâncias Deus me sustentou. Ebenézer! Até aqui nos ajudou o Senhor!

Bruno Petrópolis

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